Não preciso de lamentos,
se tenho a coragem.
Não preciso de consolo,
se tenho esperança.
Não quero nenhum sopro de desconfiança,
pois sou vendaval.
Eu sou o fim da tormenta
em minha calmaria.
Se me perco,
sou teu guia.
Se te encontro,
sou poesia.
Um choque entre minha noite
e teu dia.
Um riso solto na madrugada,
que desperta o mundo em gargalhadas,
que cicatriza as marcas do tempo,
que torna fugaz o que parecia lento,
e torna eterno algo tão breve...
Abandone qualquer peso,
e deixe a alma leve.
Preciso do teu sorriso
e farei o que for preciso
para que ele brilhe em tua face...
Ana Beatriz Formignani
sexta-feira, 13 de junho de 2008
AS MARCAS DO TEMPO
Não preciso de lamentos,
se tenho a coragem.
Não preciso de consolo,
se tenho esperança.
Não quero nenhum sopro de desconfiança,
pois sou vendaval.
Eu sou o fim da tormenta
em minha calmaria.
Se me perco,
sou teu guia.
Se te encontro,
sou poesia.
Um choque entre minha noite
e teu dia.
Um riso solto na madrugada,
que desperta o mundo em gargalhadas,
que cicatriza as marcas do tempo,
que torna fugaz o que parecia lento,
e torna eterno algo tão breve...
Abandone qualquer peso,
e deixe a alma leve.
Preciso do teu sorriso
e farei o que for preciso
para que ele brilhe em tua face...
Ana Beatriz Formignani
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