sexta-feira, 13 de junho de 2008

AS MARCAS DO TEMPO

Não preciso de lamentos, se tenho a coragem. Não preciso de consolo, se tenho esperança. Não quero nenhum sopro de desconfiança, pois sou vendaval. Eu sou o fim da tormenta em minha calmaria. Se me perco, sou teu guia. Se te encontro, sou poesia. Um choque entre minha noite e teu dia. Um riso solto na madrugada, que desperta o mundo em gargalhadas, que cicatriza as marcas do tempo, que torna fugaz o que parecia lento, e torna eterno algo tão breve... Abandone qualquer peso, e deixe a alma leve. Preciso do teu sorriso e farei o que for preciso para que ele brilhe em tua face... Ana Beatriz Formignani

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